sábado, 28 de maio de 2011

Entrevista a José Cura



Em entrevista a José Cura, responsável pela Secção Filatélica da Associação Académica de Coimbra, fomos conhecer a importância deste coleccionismo e sua relação com os 900 anos da «cidade do conhecimento».

Na opinião de José, a participação da secção filatélica nestas comemorações está activa e em continuidade. Segundo ele, a filatelia é Cultura.

Repórter – Qual é a sua função na secção filatélica e há quanto tempo está ligado a ela?

José Cura - Estou nesta secção há cerca de 15 anos. Já não sou estudante e não é fácil arranjar pessoal novo para trabalhar aqui. De forma que me vou mantendo.

R. – De que forma a secção filatélica contribuiu para a comemoração dos 900 anos da cidade de Coimbra?

J.C. – Participámos com uma mostra filatélica e colaborámos num posto de correio que existiu na Câmara Municipal, onde houve um carimbo comemorativo dos 900 anos e um interpostal, que é um postal com o carimbo já impresso. A secção participou assim com cinco colecções, todas dentro da temática de Coimbra.

R. – Como se conta a história de Coimbra através dos selos?

J.C. - Pegando nos imensos selos que existem em Portugal e não só, pretendemos mostrar o que é a cidade de Coimbra, dando a conhecer que monumentos tem e que pessoas ilustres já passaram por aqui, que como tal tiveram um selo com a sua figura. Pessoas como Miguel Torga, por exemplo. Os CTT fizeram também um interpostal, com um selo incorporado, representado pelo logótipo dos 900 anos e um carimbo comemorativo da efeméride. O posto de correio funcionou no átrio da Câmara Municipal naquele dia, e apenas naquele dia foi possível circular correio, sendo ele filatélico ou não, com este carimbo comemorativo, que tem uma data fixa, que era só naquele dia e o símbolo dos 900 anos.

R. – O significado do selo é, basicamente o desenho?

J.C. – Sim, o desenho é o logótipo oficial dos 900 anos de Coimbra, sendo que um dos zeros simboliza uma rosa que está ligada à história da Raínha Santa. O inter-postal tem a figura que deu o foral a Coimbra, o Conde D. Henrique, o pai de D. Afonso Henriques e conde do Condado Portucalense.

R. – A secção filatélica fez algum selo em partículas?

J.C. – Não. Os selos são emitidos pelos CTT, sendo que se podem fazer selos personalizados e emitidos também nos CTT, mas têm de ser pagos. Como havia vários selos sobre Coimbra, não fazia sentido, uma vez que seria duplicar o trabalho.

R. - Quais são os próximos planos da secção filatélica em relação à cidade?

J.C. - Existe um convite da Srª Vereadora da Cultura para nós realizarmos uma mostra filatélica na Casa da Cultura. Será preciso algum tempo e organização, já que esta que nós fizemos é uma mostra relativamente pequena. Iremos ver mais tarde. Em breve, já na próxima Quinta-feira vamos organizar um evento, que é «As jornadas do Estado e filatelia», em que vários investigadores na área de História vão pegar em vários selos e falar obre eles.

Resta-nos desejar à secção filatélica a continuação de um bom trabalho, e prosperidade nos próximos 900 anos.

Por: Joel Domingos e Xavier Vaz

A Tradição na Modernidade














"Coimbra é Coimbra". Hoje, ou há 900 anos...

Ladeada pelas águas calmas do Mondego, a XI Feira de Artesanato de Coimbra, conta já com cerca de 100 artesãos que vêm mostrar a sua arte a esta comunidade.

De recanto em recanto, por entre lojinhas de artigos e tradições, vislumbramos xailes, tamancos, trabalhos em madeira, boa gastronomia e, como não podia deixar de faltar, o belo galo de Barcelos. A tecelagem artesanal de confecção de roupas e carpetes, os bordados e os figurinos são também marcos presentes. Até um tear manual não faltou na feira para mostrar aos novos “o mundo dos velhos”.

Acompanhados de uma leve brisa vinda de norte, numa pequena passeata pelo parque do mondego, pudemos quase que viver momentos passados, e lembrar como, “nos tempos dos nossos avós”, era confeccionada a roupa, o calçado, e até as brincadeiras.

Maria Nascimento, uma visitante da feira, afirma que é um local que faz recordar o passado.“Há pouco vi ali umas bolsinhas que a minha mãe fazia há 50 anos e que nunca mais tinha visto fazer”.

A verdade é que esta feira presta um grande contributo à comemoração dos 900 anos da entrega da carta de foral à nossa cidade. Segundo Delfina Nunes, uma artesã, “ela permite às pessoas conhecer como era o antigamente, ao mesmo tempo que remete para o presente, onde muita gente ganha a vida com este tipo de negócio".

De lojinha em lojinha, conseguimos vislumbrar pequenas peças de arte, frutos de grandes rasgos de inspiração, que só não levaram estas pessoas mais longe, porque “o seu tempo” não as deixou.

Tal Picasso em seus trabalhos, vemos por aqui e por ali artesãos de profissão a dar tudo pela sua arte. Enquanto tece a sua renda de bilros, Maria Alice Correia confidencia-nos que a paisagem envolvente do local é lindíssima e muito propícia à inspiração.

Para estas pessoas, esta feira é, sobretudo, um local de venda, onde podem dar a conhecer o seu produto e onde têm a oportunidade de “ganhar a vida". Que por habituação, ou não, deixou de as impressionar, mas que maravilha qualquer um que por ali passe.

Já lá diz o velho ditado, “primeiro estranha-se, depois entranha-se”. Foi, sem dúvida alguma, a frase que nos acompanhou naquela horinha solarenga, que só nos tirou dali pela tempestade que avizinhou. Caso contrário, lá passaríamos o resto da tarde, quais crianças num parque de diversões…

Tal como diz Delfina Nunes, “Coimbra é Coimbra”.

Por: João Rosado, Joel Domingos e Xavier Vaz

900 Anos de Tradição

No âmbito das comemorações dos 900 anos da cidade de Coimbra, a Câmara Municipal promoveu um desfile de xailes antigos na baixa da cidade, no passado dia 27 de Maio, pelas 21h00. O desfile teve início no Largo da Portagem e terminou na Praça 8 de Maio.


O xaile, que outrora caracterizou a mulher de Coimbra, era um símbolo de riqueza e era usado sobre os ombros ou traçado sob o braço direito.


O objectivo desta iniciativa foi promover os valores culturais e tradicionais locais: “valorizar o passado e a sua conservação”, declarou Maria José de Azevedo Santos, vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra.


O desfile de xailes marcou o primeiro dia de Comemorações.

Baixa de Coimbra enche com Baile da Rosa


Baile da rosa, na baixa de Coimbra, chama milhares de pessoas para comemorar os 900 anos da entrega da carta de foral à Cidade. Foi na noite de sexta-feira, dia 27, que a Praça do Comércio se encheu de “parzinhos” a dançar ao som da Orquestra Smooth.

O baile contou com Armindo gaspar, presidente da Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, e Maria José Azevedo Santos, vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra, que abriram a festa, ao formarem o primeiro par da noite.

A Praça do Comércio foi decorada propositadamente para esta celebração, que teve iniciativa num desafio proposto pela Câmara Municipal à Agência para que a Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra se juntasse à comemoração dos 900 anos desta Cidade.

O nome “baile da Rosa” advém de uma antiga tradição, em que as senhoras ofereciam uma flor aos cavalheiros como pedido para dançar.

Vandalismo Legalizado

Coimbra era, mais que uma cidade, uma experiência que não conhecia. O encanto das capas negras, as calmas águas do Mondego, ou a omnipresente vigilância da Torre da Universidade eram realidades que apenas conhecia em livros, como se de uma estória imaginada se tratasse. Dois anos depois, adopto progressivamente o orgulho sentido por todos os conimbricenses no enorme património histórico que a cidade ostenta. Assim, é normal que me desperte alguma revolta verificar que uma parte deste património é utilizada para propósitos de um partido político.

A recente “pintura” das escadas monumentais com as siglas do partido CDU/PCP/PEV é, na minha perspectiva, uma manobra política ridícula e que ilustra bem como os partidos conduzem as suas actuais campanhas eleitorais. Eu denomino de “pesca à polémica” o jogo que os membros do partido comunista aqui tão bem jogaram. Num leque extenso de opções de campanha, pintar uma parte tão emblemática da Universidade de Coimbra e da cidade só se entende pela atenção, ainda que negativa, que o evento provoca. O que aqui se relaciona com o tema das comorações dos 900 anos da cidade, é o parecer a Comissão Nacional de Eleições emitiu acerca deste assunto. A CNE referiu que “por não ser classificado de monumento nacional” não há problema no vandalismo cometido pelo partido comunista. Aqui reside a questão, numa cidade repleta de história e tradição, em plenas comemorações da sua extensa história poderá ser permitido este tipo de desrespeito “monumental” em relação aos estudantes, conimbrigenses, portugueses, apenas com intuito de agitar polémica?

Manobras políticas manhosas e jogos para iludir a falta de competência dos partidos já nós estamos habituados, mas temos de impor um limite quando se atenta ao bom senso em praça pública e se esquecem valores como o orgulho e respeito pelo património cultural, que esta cidade tenta manter “limpo”. As declarações da CNE devem incentivar a que se criem medidas de protecção do património cultural. No fim apetece dizer, como tantos estudantes disseram, “Avante com uma limpeza das monumentais camaradas!”

Planificação Editorial 2

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Bolo da comemoração dos 900 anos da entrega da Carta de Foral

Rainha Santa Isabel

Bolo da Comemoração dos 900 anos da Carta de Foral

Apresentação Cénica

Apresentação Cénica

Apresentação Cénica

Apresentação Cénica

Torre da Universidade

Corte do Bolo

Corte do Bolo

Corte do Bolo

Rainha Santa Isabel

Fatia de Bolo

Coimbra faz bolo com 900 rosas


Teve lugar no dia 26 de Maio na Praça 8 de Maio, a apresentação de um bolo gigante no âmbito das comemorações dos 900 Anos da Carta de Foral da cidade de Coimbra.





O bolo foi produzido por alguns alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra e tinha as dimensões de 1,70m por 1,10m, tendo demorado cerca de dois dias e meio a ficar inteiramente concluído. Como elementos principais, apresentava a Rainha Santa Isabel, a Torre da Universidade e o Rio Mondego. Os alunos decidiram também incluir, como simbolismo da data, 900 rosas de açúcar. Como se trata da cidade de Coimbra, este bolo tinha o mesmo creme característico dos pastéis de Santa Clara.

Maria do Rosário Gama, residente em Coimbra, diz que "os elementos foram muito bem escolhidos" e que "é importante este tipo de ideias, pois chamam pessoas para visitar a cidade". Criticando os corantes, a conimbricense declara que "a parte que não os tem é muito saborosa".

O evento contou também com a presença de um grupo de alunos da Escola Secundária D. Duarte, que ofereceu aos participantes uma pequena encenação caracterizando a Época Medieval. Nesta apresentação cénica, umas das personagens fingia ser a Rainha Santa Isabel e, como simbolismo da lenda, esta foi distribuindo pelos presentes pequenos chocolates em forma de rosa.

História de Coimbra

Cidade de ruas estreitas, pátios, escadinhas e arcos medievais, Coimbra foi berço de nascimento de seis reis de Portugal e da Primeira Dinastia, assim como da primeira Universidade do País e uma das mais antigas da Europa.

Os Romanos chamaram à cidade, que se erguia pela colina sobre o Rio Mondego, Aeminium. Mais tarde, com o aumento da sua importância passou a ser sede de Diocese, substituindo a cidade romana de Conímbriga, donde derivou o seu novo nome. Em 711 os mouros chegaram à Península Ibérica e a cidade passa a chamar-se Kulūmriyya, tornando-se num importante entreposto comercial entre o norte cristão e o sul árabe, com uma forte comunidade moçárabe. Em 871 torna-se Condado de Coimbra mas apenas em 1064 a cidade é definitivamente reconquistada por Fernando Magno de Leão.

Coimbra renasce e torna-se a cidade mais importante abaixo do rio Douro, capital de um vasto condado governado pelo moçárabe Sesnando. Com o Condado Portucalense, o conde D. Henrique e a rainha D. Teresa fazem dela a sua residência, e viria a ser na segurança das suas muralhas que iria nascer o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, que faz dela a capital do condado, substituindo Guimarães (é aliás esta mudança da capital para os campos do Mondego que se virá a revelar vital para viabilizar a independência do novo país, a todos os níveis: económico, político e social). Qualidade que Coimbra conservará até 1255, quando a capital passa a ser Lisboa.

No século XII, Coimbra apresentava já uma estrutura urbana, dividida entre a cidade alta, designada por Alta ou Almedina, onde viviam os aristocratas, os clérigos e, mais tarde, os estudantes, e a Baixa, do comércio, do artesanato e dos bairros ribeirinhos.

Desde meados do século XVI que a história da cidade passa a girar em torno à história da Universidade de Coimbra, sendo apenas já no século XIX que a cidade se começa a expandir para além do seu casco muralhado, que chega mesmo a desaparecer com a reformas levadas a cabo pelo Marquês de Pombal.

A primeira metade do século XIX traz tempos difíceis para Coimbra, com a ocupação da cidade pelas tropas de Junot e Massena, durante a invasão francesa e, posteriormente, a extinção das ordens religiosas. No entanto, na segunda metade de oitocentos, a cidade viria a recuperar o esplendor perdido – em 1856 surge o primeiro telégrafo eléctrico na cidade e a iluminação a gás, em 1864 é inaugurado o caminho-de-ferro e 11 anos depois nasce a ponte férrea sobre as águas do rio Mondego.

Com a Universidade como referência inultrapassável, desta surgem movimentos estudantis, de cariz quer político, quer cultural, quer social. Muitos desses movimentos e entidades não resistiram ao passar dos anos, mas outros ainda hoje resistem com vigor ao passar dos anos. Da Univesidade surgiram e resistem ainda hoje em plena actividade primeiro o Orfeon Académico de Coimbra, em 1880, o mais antigo coro do país, a própria Associação Académica de Coimbra, em 1887, e a Tuna Académica da Universidade de Coimbra, em 1888. Com o passar dos anos, inúmeros outros organismos foram surgindo. Com presença em três séculos e um peso social e cultural imenso, o Orfeon Académico de Coimbra representou o país um pouco por todo o mundo, em todos os continentes, levando a música coral portuguesa e o Fado de Coimbra a todo o mundo.

terras de portugal. (s.d.). Obtido em 20 de 05 de 2011, de Enciclopédia Memória Portuguesa: http://terrasdeportugal.wikidot.com/historia-de-coimbra

Prevê-se um ano em cheio para a «Cidade do conhecimento»

Decorre desde o dia 26 de Maio de 2011 as comemorações dos 900 anos da cidade de Coimbra. Comemorações essas que evocam o foral que foi outorgado a Coimbra pelo Conde D. Henrique e D. Teresa, e que irão decorrer até ao dia 26 de Maio do próximo ano.

Por entre tantas festividades e eventos, destaca-se o espectáculo de José Cid no dia inicial das comemorações. Espectáculo esse que decorreu junto à Igreja de Santa Cruz, em que o músico português prestou homenagem à poesia e aos poetas de Coimbra, tais como Miguel Torga, Eugénio de Castro e José Afonso num concerto que juntou vários amigos, nomeadamente os elementos do «Quarteto 1111», banda da qual Cid é um ex-elemento e co-fundador.

No fim do concerto, a banda recebeu das mãos da vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, a Medalha de Mérito Cultural.

O 20º aniversário da «Feira Medieval de Coimbra» também faz parte do programa, tal como uma exposição ao ar livre de esculturas de Rui Chafes no dia 4 de Julho, o «Festival Internacional da Magia» (de 13 a 18 de Setembro), um ciclo de conferências sobre os 100 anos da tracção eléctrica na cidade, em Outubro, entre tantos outros eventos.

João Paulo Barbosa de Melo

Até ao final deste ano, Coimbra está a celebrar 900 anos de cidade. Um centenário assinalável a que o Departamento de Cultura da Câmara Municipal de Coimbra quis dar a dignidade de um programa anual comemorativo, culturalmente diversificado e de grande qualidade. Deste modo, o perfil desta edição será de João Paulo Barbosa de Melo, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra.




João Paulo Barbosa de Melo nasceu em 1962. É filho de António Barbosa de Melo, social-democrata e antigo Presidente da Assembleia da República (1991-1995).


Barbosa de Melo é casado, tem quatro filhos e é formado em Economia.


Foi docente na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, com a categoria de assistente, sendo o seu percurso académico ligado aos estudos regionais e urbanos. O ano passado realizou o seu doutoramento que aborda o desenvolvimento local e regional.


O economista dirigiu o Centro de Estudos e Formação Autárquica (CEFA) entre 2002 e 2010, altura em que integrou o Conselho de Administração da empresa municipal Águas de Coimbra.


Em termos partidários, João Paulo Barbosa de Melo ingressou no PSD em 2005 e passou a integrar a Comissão de Honra da candidatura de Cavaco Silva a Presidente da República.


Barbosa de Melo foi presidente da Comissão Política da Secção de Coimbra (2008-2009), candidatou-se às eleições europeias em 2009 e apoiou Paulo Rangel à liderança do partido.


O político foi escolhido para vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra nas eleições de 2009, chegando à Presidência em 2010, após renúncia de Carlos Encarnação.


Devido à sua formação académica, continuará a liderar as pastas que têm a ver com a estratégia e o desenvolvimento económico do município.


João Paulo Barbosa de Melo constitui uma novidade no governo autárquico ao ser o primeiro académico na autarquia após a Revolução Democrática de 25 de Abril de 1974.

Origens da Nossa cidade - Justificação do Tema

Já que assistimos ao presente da cidade de Coimbra, gostaríamos de saber com foi ela no passado. Tal como o comum indivíduo que procura a sua árvore genealógica, propomo-nos a encontrar as origens da cidade que nos acolhe, enquanto estudantes de um curso superior.

Conhecida como “cidade do conhecimento”, ou “cidade dos estudantes”, este produto de D. Dinis já existia antes dos seus feitos, e completa agora 900 anos de história da entrega da sua primeira carta de foral, pelo conde D. Henrique, a 26 de Maio de 1111.

Aproveitando o facto de as comemorações dos 900 anos da entrega da carta de foral se estarem a desenrolar, queremos fornecer à comunidade um meio de informação, onde será possível conhecer, e ver como decorrem as actividades comemorativas.

Fica a ideia de quem olha para esta cidade no passado, com visão de futuro.

Planificação Editorial